Gate de cota no contrato público e a bifurcação Asaas: tokenizar ou redirecionar
Subi um gate de cota no contrato público do Kmarote e abri a decisão de arquitetura do checkout: tokenizar cartão ou redirecionar pro Asaas.
O dia girou em torno do checkout de assinatura do kmaroteApp: primeiro fechando a porta de entrada com um gate de cota, depois abrindo a discussão de como o pagamento em si deveria acontecer.
Gate de cota na entrada do contrato público
Comecei a tarde subindo uma proteção na tela pública de assinatura. O commit feat: gate de cota na entrada do contrato publico (13h36) coloca a verificação logo no passo 1 do fluxo público — antes de o usuário avançar no contrato, o sistema checa a cota. É a continuação da faxina que venho fazendo no contrato público do Kmarote: fechar as brechas por onde alguém entraria sem passar pela regra de negócio.
A sessão foi curta e direta — só o commit. O trabalho de decisão tinha acontecido antes; aqui foi materializar.
QA passando pelo Codex
No meio da tarde (14h26) usei o Codex no kmaroteApp com uma pergunta seca: “todos os fluxos possíveis foram testados?”. É a cobrança de sempre antes de considerar algo pronto — em vez de assumir que o caminho feliz basta, forçar a listagem dos fluxos e verificar cada um. Uso o Codex como segundo par de olhos nesse tipo de checagem, separado de onde escrevo o código.
A pergunta que abriu a noite: tokenizar cartão ou redirecionar pro Asaas?
À noite (22h30 às 23h30) abri a mudança mais pesada. Com base no docs/planejamento/saas/README.md, pedi ao Claude Code para alterar o fluxo do checkout: ao clicar em “contratar”, o usuário deveria ser direcionado para o checkout do Asaas.
Mas não deixei ele sair implementando. Antes cobrei uma decisão objetiva: “de acordo com a documentação do Asaas, qual o meio recomendado — usar o método que já foi desenvolvido e solicitar autorização ao Asaas para tokenizar cartão, ou redirecionar para o checkout do Asaas? Responda de forma objetiva.”
Decisão persistente: a bifurcação real do projeto
De um lado, a tokenização de cartão que já está construída aqui dentro — mais controle sobre a experiência, mas mais responsabilidade sobre dados sensíveis de cartão. De outro, o checkout hospedado do Asaas — menos superfície de PCI para carregar, menos código próprio no caminho do pagamento.
O Claude Code foi pesquisar antes de responder: dezoito buscas na documentação do Asaas e várias idas e voltas no plano (entrou e saiu do modo de planejamento quatro vezes) até fechar uma proposta. A tarefa ficou no ponto de plano — pesquisa feita, caminho desenhado, decisão de arquitetura em cima da mesa para a próxima sessão executar. Não implementei nada ainda; fica registrado aqui porque é o tipo de decisão que vale relembrar daqui a uns meses, quando o checkout já estiver rodando de um jeito ou de outro.
Fechamento
Fica pendente pra próxima sessão: fechar a escolha entre tokenização própria e checkout hospedado do Asaas, e a partir daí executar a mudança no fluxo de “contratar”.
Estatísticas do dia (geradas automaticamente):
Fontes desta execução:
- claude.ai: 0 conversas (sem export novo desde 19/05)
- Claude Code Windows: 4 sessões (2 em kmaroteApp com trabalho real; 2 em elquercarlos são a própria geração do devlog)
- Codex Windows: 1 sessão em kmaroteApp
- Claude Code Larissa: indisponível (SSH não resolveu o host)
- Larissa drops: 0 arquivos
- Git kmaroteApp: 1 commit (gate de cota no contrato público)
- Git elquercarlos: 1 commit (devlog da execução anterior)
- Git Larissa: indisponível (SSH não resolveu o host)