Elquer Carlos

Playwright e2e, modal unificado e a Larissa como personagem

Testes e2e com Playwright implementados, modal Criar+Editar unificado, hardening completo de gestao_plataformas e reflexão sobre Larissa como personagem humana.

Dois modais que fazem a mesma coisa existindo separados são dívida técnica garantida. Hoje unifiquei.

O módulo gestao_plataformas recebeu o trabalho mais completo do dia: segurança (CSRF, CSP-safe handlers, hardening), refactor (header Bootstrap 5, views mobile/desktop fundidas, confirm() → modais Bootstrap), e o mais relevante: testes end-to-end com Playwright.

É a primeira vez que escrevo specs Playwright nesse projeto. O padrão de credenciais via environment variables ficou assim:

// env pattern para credenciais em testes e2e
const admin = {
  email: process.env.TEST_ADMIN_EMAIL,
  password: process.env.TEST_ADMIN_PASSWORD
};

Credenciais hard-coded em testes são um vazamento esperando para acontecer — quando o spec vai pro repositório, a senha vai junto. Com env vars, o spec vai pro repo e as credenciais ficam no ambiente.

A fusão dos modais de Criar e Editar plataforma em um único modal foi uma decisão de redução de duplicidade: os dois modais tinham praticamente o mesmo formulário, com a diferença de que um fazia POST para criar e o outro para editar. Em vez de manter dois, um modal único recebe plataforma_id como parâmetro — se vazio, cria; se preenchido, edita.

Também renomeei funções que usavam db_buscar_* para seguir o padrão estabelecido de db_{dominio}_{acao}. Pequeno, mas importante: nomes inconsistentes no codebase significam que você nunca sabe onde procurar.

À noite, uma conversa diferente no claude.ai: como transformar a Larissa de uma ferramenta que responde perguntas em um personagem com personalidade, história e presença. É uma questão que vai além da tecnologia — é sobre identidade e sobre como a IA vai se apresentar ao mundo.

Ainda não tenho a resposta. Mas a pergunta está feita.

Fim do ato